Blog + TDB do 2° Curso Normal!

sábado, 26 de setembro de 2009

Apresentações no sarau da escola!

Eu, declamando o poema "Salve-me da Escuridão", de minha autoria, no sarau da escola.




Eu e Carlos cantando e tocando a música que compomos juntos para o sarau.






Caroline (eu), Natália, Carolina e Carlos, tocando e cantando a música "Será", da banda Legião Urbana, no sarau do Colégio São Carlos que aconteceu no Teatro São Carlos, dia 22/09/09.

domingo, 20 de setembro de 2009

Viver sem parar - Redação de Português

Viver sem parar

O mundo se modifica a cada instante; é impossível prever o que poderá acontecer no dia seguinte. Devido a esta instabilidade, uma das coisas imprescindíveis a fazer é se manter “em movimento”. Manter-se em movimento significa deixar a acomodação de lado e ir em busca da inovação e do aprimoramento.
A humanidade sempre viveu em crise. Não falo só da crise econômica que arrebatou o mundo este ano, mas, também, da crise de valores éticos e morais que leva milhares de pessoas à ruína. O que podemos observar é que nesses períodos de crise o que nos falta são profissionais capacitados para lidar com diversas situações. Isso acontece porque, quando nos formamos e encontramos um bom trabalho, deixamos de aperfeiçoar nosso currículo e habilidades. Então, quando surgem momentos em que nossos empregos estão em risco, sentimos o quanto deveríamos ter nos mantido em movimento.
O estudo não acaba com a colação de grau da universidade. Todas as pessoas deveriam continuar estudando mesmo depois de formadas. Existem vários tipos de cursos que, além de ensinarem algo novo, transformam nossa visão de mundo e não deixam que nosso cérebro esfrie. Em consequência, aprimoramos nosso conhecimento e nos tornamos mais valorizados em comparação aos que levam uma vida “sedentária”. Além disso, há pesquisas que apontam que as pessoas que mantêm uma vida ativa são mais saudáveis e vivem melhor.
Portanto, há vários motivos para não parar de se movimentar e todos nós já sabemos o que fazer para que isso aconteça. Manter-se em movimento é preciso e isso depende apenas de cada um de nós.

Caroline Lipreri Andreolla

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Alma de Heróis - Redação de Português

Alma de Heróis

No mundo há aproximadamente 6,5 bilhões de habitantes. É impossível termos contato com todas essas pessoas, porém acabamos por conhecer aquelas que fazem ou fizeram a diferença na sua existência. Essas pessoas são conhecidas por seus atos memoráveis, por mudarem a vida de tantos outros e por sua busca incansável por um mundo melhor. E por que não chamá-las de heróis e heroínas? Heróis são aqueles que arriscaram a própria vida por um ato nobre, a questão é que nem sempre eles foram reconhecidos por isso.
Entre os que estão presentes na Terra, muitos podem ser considerados importantes, alguns podem ser necessários e poucos são verdadeiros heróis. De fato, se observarmos, há pessoas que dão a vida por um ideal e não são reconhecidas pelo seu árduo trabalho. Estes, que não possuem reconhecimento, podem ser considerados “heróis anônimos”.
Destaco entre eles, uma heroína chamada Irena Sendler, uma mulher que vivia na Polônia na época da Segunda Guerra Mundial e que salvou a vida de muitas crianças que estavam nos campos de concentração nazistas. Ela é apenas conhecida em seu país e por alguns historiadores. Faleceu no dia 12 de maio de 2008 em um asilo na Varsóvia. Foi apresentada como candidata ao Prêmio Nobel da Paz pelo governo da Polônia, mas não ganhou tal mérito.
Irena trabalhava em um campo de concentração onde dava auxílio aos judeus afetados pela epidemia de tifo. Vendo os horrores do tratamento que recebiam, ela se oferecia para tirar as crianças judias dos guetos, atestando que elas estavam doentes ou até mesmo mortas. Dava às crianças um novo nome e guardava os verdadeiros em vidros que enterrava embaixo de uma árvore de seu vizinho. Após terminada a guerra, Irena Sendler pôde devolver as crianças para suas famílias biológicas, porém muitas delas acabaram órfãs.
Mesmo tendo sofrido torturas e nunca tendo sido recompensada por seus atos, Irena guardou consigo uma frase: “Ajuda sempre o que está a se afogar, sem levar em conta sua religião ou nacionalidade. Ajudar cada dia alguém tem que ser uma necessidade que saia do coração”.
Que possamos também nos tornar heróis, sempre ajudando quem necessita, apesar de não sermos reconhecidos no mundo inteiro. A maior recompensa é a que vem de dentro de nós.

Caroline Lipreri Andreolla

domingo, 6 de setembro de 2009

Caderno digital: uma nova maneira de registrar a vida escolar

Caderno digital: uma nova maneira de registrar a vida escolar

Para quem estava acostumado com aquele caderno universitário preenchido por linhas horizontais, onde se escrevem todos os conteúdos estudados em sala de aula, há uma novidade: o caderno digital.
Este ano, nós, alunas do 2º Curso Normal, estamos utilizando essa tecnologia em nossas aulas de Informática na Educação, juntamente com alguns outros componentes curriculares ligados à didática. Através do caderno digital, também conhecido como blog, podemos nos comunicar, tirar dúvidas, postamos nossos projetos e atividades, além de estarmos fazendo avaliações virtuais. Ele tem facilitado nossa vida escolar, bem como tem sido um ótimo atrativo aos que adoram se aventurar pelo caminho da inovação.
Além dos blogs pessoais e do blog da nossa turma, estamos administrando os cadernos digitais de algumas turmas do ensino fundamental. Acompanhamos seus projetos na informática, murais, trabalhos, enfim, algumas das suas principais atividades e postamos no blog. O que temos percebido é a empolgação dos alunos e até o nosso próprio entusiasmo em estar lidando com o cotidiano escolar com outros olhos. A sala de aula deixou de ser apenas quadro, giz e caderno. Ela se expandiu, abrindo horizontes e acompanhando o desenvolvimento tecnológico e cultural da sociedade.
O caderno digital é mais um recurso que deu certo! Só tenho que agradecer, em nome de todas as normalistas, pela oportunidade criada e dizer que não pouparemos esforços para que esse sucesso se prolongue por muito mais tempo!

Caroline Lipreri Andreolla